Leia: Lucas 18:9-14
'Ó meu Deus, tem piedade de mim, pecador!” (v. 13)
Toda a gente que você conhece tem uma auto-avaliação. A questão é: como é que chegamos à nossa auto-avaliação?
O Fariseu considera-se a si mesmo um homem virtuoso. Como é que ele chega à sua auto-avaliação? Olhando para baixo. Ele escolhe um modesto cobrador de impostos como seu standard, e é claro que a diferença entre ele próprio e este homem é considerável. É fácil parecer alto quando você se compara com alguém baixo.
O cobrador de impostos considera-se a si mesmo um pecador. Como é que ele chega à sua auto-avaliação? Olhando para cima. A justiça cáustica de Deus é o standard pelo qual ele se mede a si mesmo. Não admira que ele suplique por misericórdia.
É tão tentador, e tão fácil, encontrar algum conveniente pecador, alguma pessoa moralmente pequena para nos compararmos com ela e usá-la como nosso standard. E então escorregamos suavemente para o orgulho, tão envolvidos no nosso enfeitamento espiritual, tão ocupados elogiando-nos e felicitando-nos a nós mesmos por não sermos como as outras pessoas, que não nos ocorre que também não somos lá muito como Jesus.
Quando nos medimos a nós mesmos olhando para cima, quando a justiça bíblica é o nosso standard, como podemos dizer algo que não seja as palavras do cobrador de impostos: “Ó meu Deus, tem piedade de mim, pecador!” E Deus é misericordioso. “Eu vos digo,” disse Jesus, “este homem voltou justificado para casa. . . .”
Oração: Ó meu Deus, tem piedade de mim, pecador.
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